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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

9º ano - Visita ao Museu da Vale e Workshop

Visita a exposição coletiva "Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos".

Sobre a exposição: A exposição coletiva "Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos", com curadoria de Bitu Cassundé, apresenta uma coletânea de trabalhos de artistas das regiões Norte e Nordeste: Leonilson, Yuri Firmeza, Virginia de Medeiros, Marcone Moreira, Jonathas de Andrade, Armando Queiroz, Rodrigo Braga e Karim Ainouz + Marcelo Gomes.
Viajar, Desejar e Caminhar são os pontos de partida da exposição. É nesse cenário que ocorre o embate entre realidade e ficção, e onde reverberam lugares, desejos e diversos meios do campo social.
“A mostra convida o espectador a percorrer diferentes trilhas, em distintas possibilidades de territorializar/desterritorializar, na construção de novas linhas de fuga por meio do desejo que conduz ao outro lugar. Os caminhos e deslocamentos se amalgamam entre solidão, afeto e ausência”, explica o curador Bitu Cassundé.
Entre objetos, instalações, fotografias, pinturas e vídeos, a exposição indaga a questão da territorialidade e suas relações afetivas, de identidade e pertencimento, assim como o “imaginário geográfico” que se legitima por composições sociais, estruturas e estratégias de convivência.
                                                 Fonte: http://museuvale.com/site/Website/Exposicoes.aspx?id=77

Depois da visita monitora a exposição os alunos participaram de um workshop. Durante a oficina os alunos foram levados a viajar pelos caminhos de suas memórias, partindo da observação da memória dos artistas que participaram da exposição. O trabalho proposto foi baseado na obra do artista Fovista Henri Matisse*.

A colagem de Matisse

Em 1941, Matisse, estava com câncer, por isso teve que permanecer numa cadeira de rodas num quarto com plantas e pássaros e parar de pintar. Como já usava, desde 1931, a tesoura quando estudava uma pintura, passou a fazer a colagem como obra de arte. Seus assistentes pintavam panos e papel com as cores que ele preparava, depois ele recortava as figuras esquematizadas. Ele chamava as colagens de "guaches découpés". 

O Palhaço - Henri Matisse - 1943

 A Tristeza do Rei - Henri Matisse - 1952

Danseuse Créole - Henri Matisse - 1951

Jazz - Henri Matisse - 1947


FOTOS DA VISITA E DO WORKSHOP
































































































































































RESULTADO DO WORKSHOP




6º ano - O uso do lápis de cor

O uso do lápis de cor

Quem já não teve vontade de pegar uma folha qualquer e desenhar um sol amarelo? E como dizem Toquinho e Vinicius de Moraes, com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo ou ter um guarda-chuva com apenas dois riscos. Vamos aprender a desenhar utilizando o lápis de cor e seus processos técnicos. 

Uma das características dos lápis de cor é a grande variedade de formas de expressão artística que eles possibilitam. 




Vejamos alguns exemplos de efeitos obtidos com o uso do lápis de cor








 Observação:  Para que os desenhos pareçam naturais e tenham volume e profundidade, os traços de lápis de cor, e (se necessário) traços subsequentes de água ou solvente, deve ser sempre aplicados na mesma direção e seguir os contornos, textura ou grão do tema a ser colorido.



Desenho com diversas técnicas








Desenhos realistas produzidos com lápis de cor - retratos: 










Ah! Só para lembrar... 
EU QUERO uma caixa de lápis dessas!